A cadeia de valor, os desafios e as oportunidades da utilização do hidrogénio produzido com base em energias renováveis enquanto vetor energético são os pontos centrais da formação avançada
“Tecnologias e Economia do Hidrogénio”, a mais recente adição à
oferta formativa do INEGI.
Com candidaturas abertas e início a 23 de setembro, esta formação tem como objetivo
fornecer aos participantes instrumentos para um claro entendimento da área regulatória, modelos de negócio e cadeia de valor do hidrogénio, com particular enfase nas suas componentes técnicas, assim como as oportunidades e desafios associados.
Zenaida Mourão, responsável pela área de Energia do INEGI e docente do programa, salienta a relevância do tema. “O hidrogénio tem um papel importante na transição energética, surgindo, aliás, como um dos
vetores chave para a descarbonização na estratégia base do
European Green Deal. Promete ter um papel relevante na otimização e descarbonização das redes de gás natural, como vetor de incremento de flexibilidade dos sistemas de energia, e como fonte de energia transversal na indústria e na mobilidade”, afirma.
Hidrogénio ganha relevo no panorama energético português
"A recente publicação da Estratégia Nacional para o Hidrogénio e o anúncio de diversos investimentos em projetos de investigação, desenvolvimento e demonstração no âmbito da economia do hidrogénio tornou clara a necessidade de dotar os profissionais do conhecimento necessário para
potenciar a sua intervenção na transição energética", acrescenta Ricardo Barbosa, cocoordenador do programa.
A construção dos conteúdos programáticos, conta o especialista, envolveu "conversas com diversos atores nacionais envolvidos na temática do hidrogénio, cujos
inputs foram também incorporados no programa".
Este destina-se principalmente a profissionais do setor energético e outros setores de atividade onde a transição energética poderá ter grande impacto, nomeadamente, indústrias com elevados consumos de energia, a indústria química, vidreira, cerâmica e a siderurgia, empresas de transportes, e gestores de portfólios de
assets energéticos.
A formação decorrerá numa
sala de aula virtual, em formato
livestream, num total de 10 sessões de 4 horas cada. O ensino à distância, vai permitir a todos os participantes adquirir conhecimentos independentemente da sua localização, ao mesmo tempo que participam nos debates e obtêm feedback em tempo real.
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