5 419 é o número total de viseiras de proteção que, em menos de um mês, foram concebidas, produzidas e distribuídas em hospitais, centros de saúde, lares, IPSS’s e outras instituições similares.
Uma ação possível por obra de uma
rede de colaboração que integra o INEGI, juntamente com o LAETA – Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica, a Universidade do Porto (UPorto), a Faculdade de Engenharia da UPorto (FEUP), o Instituto Politécnico do Porto (IPP), o Instituto Superior de Engenharia do IPP (ISEP), o INESC-TEC – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência, estudantes de Engenharia Mecânica da FEUP e do ISEP, e ainda vários profissionais e empresas. Destas, destacam-se os contributos da OLI - Sistemas Sanitários, que industrializou o processo produtivo das viseiras, possibilitando um crescimento exponencial da produção (cerca de 3000 até à data) e da Filkemp S.A. que doou o filamento usado na produção das viseiras por impressão 3D.
Além da dimensão industrial, esta
linha de produção voluntária envolveu a mobilização de mais de 120 impressoras 3D, a recolha de cerca de 32 mil acetatos, e 140 kg de filamento. Elementos que tornaram possível a produção das viseiras, um equipamento essencial para proteger os olhos, boca e face do utilizador e
reduzir a probabilidade de contágio.
Entre os
beneficiários estão vários hospitais, entre eles o Centro Hospitalar Gaia/Espinho, Porto, São João, Pedro Hispano, Hospital de Braga, e IPO. Também
unidades de saúde local, corporações de bombeiros, associações de solidariedade social, e lares de idosos receberam estes equipamentos, distribuídos em coordenação com a Administração Regional de Saúde do Norte (ARN Norte).
Aproveitando a experiência na área de impressão 3D (conhecido também como fabrico aditivo), o
INEGI juntou-se a esta missão solidária para ajudar profissionais de saúde na luta contra a pandemia da COVID-19.
Foto: ULS Matosinhos / DR